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AS ABERRAÇÕES SEXUAIS CONDENAM AO INFERNO



A Santa Virgem de Fátima disse: MÁIS ALMAS VÃO AO INFERNO POR CAUSA DOS PECADOS DA CARNE DO QUE POR QUALQUER OUTRA RAÇÃO. A impureza sexual leva muitas almas ao abismo eterno. Em Fátima, a Santa Virgem disse às três crianças videntes que muitas almas vão para o inferno porque não têm ninguém que reze ou faça sacrifícios por elas. Nas suas Memórias, a Irmã Lúcia descreve a visão do inferno que Nossa Senhora mostrou às três crianças em Fátima:

"Abriu de novo as mãos, como nos dois meses passados. O reflexo pareceu penetrar a terra, e vimos como que um mar de fogo. Mergulhados nesse fogo, os demónios e as almas, como se fossem brasas transparentes e negras, ou bronzeadas, com forma humana, que flutuavam no incêndio, levadas pelas chamas que delas mesmas saíam juntamente com nuvens de fumo, caindo para todos os lados, semelhante ao cair das faúlhas nos grandes incêndios, sem peso nem equilíbrio, entre gritos e gemidos de dor e desespero, que horrorizava e fazia estremecer de pavor. (Devia ter sido ao deparar com esta vista, que dei esse "ai!", que dizem ter-me ouvido). Os demónios distinguiam-se por formas horríveis e asquerosas de animais espantosos e desconhecidos, mas transparentes como negros carvões em brasa. Essa visão só durou um momento, graças à nossa bondosa Mãe do Céu, que na primeira aparição tinha prometido levar-nos para o Céu. Sem isso, acho que teriamos morrido de terror e de medo."






SEXO ORAL E ANAL: VESTÍBULO PARA O LAGO DE FOGO.

Se o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e lança-o de ti; pois te é melhor que se perca um dos teus membros do que seja todo o teu corpo lançado no inferno. E, se a tua mão direita te faz tropeçar, corta-a e lança-a de ti; pois te é melhor que se perca um dos teus membros do que vá todo o teu corpo para o inferno. (São Mateus 5, 29-30)

AS LEIS DA NATUREZA COMO EXPRESSÃO DA VONTADE DIVINA.

A vontade de Deus é reflectida na natureza, por conseguinte, o que infringe à natureza, ofensa à Vontade Divina. As Escrituras mencionam repetidas vezes a Deus como o artesão de todo o que é criado. Desde a Génese, Deus, como Criador do homem e a mulher, expõe as Suas leis de maneira explícita na natureza:

Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, Seu eterno poder e Sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis. (Romanos 1, 20)

Neste artigo trataremos a questão das aberrações sexuais. um assunto que emergiu nos últimos tempos como uma moda que muitos consideram inofensiva, mas que, como será demonstrado, porta implícitas umas consequências catastróficas. Os órgãos genitais humanos são concebidos perfeitamente para a sua função reprodutora e sexual. E por sua vez, esta função está na origem da estrutura básica da sociedade: a família. Uma célula necessária para a continuidade da obra de Deus na Terra, para a educação dos filhos, a realização pessoal na parelha, etc... A fidelidade como forma de expressão do amor é uma necessidade evidente, e não menos necessário é o respeito fundado no cumprimento das leis mais elementares da natureza humana.

No entanto, existe actualmente uma corrente - que parece afectar mesmo aos sectores mais conservadores da sociedade - que preconiza a ruptura da moral natural e a aceitação da própria vontade como a única maneira de estabelecer os pratrões de conducta sexual. Um relativisme moral no qual um transforma-se em juiz e parte para julgar sobre que é bom e o que é mau. E é evidente que quando um julgar sobre ele mesmo, não tem conta do mal dos outros como teria um juiz imparcial. Este conceito, desenvolvido em princípio pelos ideólogos marxistas ateus, e favorecido subseqüentemente pela divulgação generalizada da pornografia, tem dado actualmente como resultado a divulgação de algumas monstrosidades muito à moda, como o genocide de milhões de crianças inocentes através do aborto, a banalização do casamento através do divórcio generalizado, e as práticas sexuais aberrantes.

Estas práticas sexuais que actualmente a pornografia pôs de moda são depravações execráveis que contradizem as leis mais elementares da natureza. A natureza indica-nos claramente a função que efectua cada um dos órgãos do corpo, e não é preciso demasiado siso para chegar à conclusão de que estas práticas infringem este princípio misturando as funções genitais com as do aparelho digestivo. Tanto a boca como o ânus realizam uma função específica no processo alimentar, e o homem experimenta uma aversão natural cara as práticas que infringem as disposições naturais.

A anatomia humana fala claramente. Os órgãos genitais masculinos são complementados à perfeição com os femininos. A mesma natureza expõe as regras: as relações naturais são verificadas entre genitais masculinos e femininos. Este fato, que só há algumas décadas era óbvio, resulta agora difícil de assimilar para muitas pessoas. E aliás, em muitas parelhas a relação genital-genital foi substituída por outra mais exótica, como a oral-genital, genital-anal e mesmo oral-anal. A pouco que procuremos, não demorararemos em achar combinações ainda mais abomináveis.

A algumas pessoas todo isto parecer-lhes-á muito criativo, mas obviamente não é natural. O natural está escrito na realidade das coisas, não é uma invenção que depende da vontade de cada indivíduo. A verdade é objetiva, não relativa. Substituir a realidade objetiva da sexualidade humana pelo sexo manual, anal, oral, grupal, animal ou qualquer outro tipo de sexo que podamos imaginar supõe forçar a lei natural. E, como já foi exposto anteriormente, também força o plano que Deus projetou para os homens.

O corpo resente-se também destas práticas que forçam até o extremo ums esfíncteres desprovidos de lubrificação natural para a nova função à qual os sodomitas e homossexuais tentam submete-los.

A orientação sexual ou o fato de ser um matrimonio não altera absolutamente estes princípios. Alguns pensam que o matrimonio supõe uma licença para praticar todo tipo de depravações, mas isto é uma tolada. Uma aberração sexual é depravação, casado ou não. O fato de ser um matrimonio ainda aumenta o seu nível de perversão ofendendo a santidade do sacramento conjugal:

Eu não tomo esta minha irmã com desejo impuro, mas com recta intenção (Tobias 8, 7)

Os desejos impuros não são aceitáveis no matrimonio. Se alguém sente este tipo de desejos, o casamento não é o meio de satisfazê-los. É a moderação e auto-domínio o que deve exercitar-se. É mais, o apóstolo São Paulo recomenda-nos explicitamente o celibato. Não obstante, ele reconhece que não todos os homens e mulheres podem exercer a continência:

Contudo queria que todos os homens fossem como eu mesmo; mas cada um tem de Deus o seu próprio dom, um deste modo, e outro daquele. Digo, porém, aos solteiros e às viúvas, que lhes é bom se ficarem como eu. Mas, se não podem conter-se, casem-se. Porque é melhor casar do que abrasar-se. (1 Coríntios 7, 9)

Estas palavras são diáfanas: o casamento é bom para os que "não podem conter-se" e contrariamente cairiam no pecado da fornicação. Não é para consagrá-lo à viciação e à degeneração dos esposos:

Finalmente, irmãos, vos rogamos e exortamos no Senhor Jesus que, como aprendestes de nós de que maneira deveis andar e agradar a Deus, assim como estais fazendo, nisso mesmo abundeis cada vez mais. Pois vós sabeis que preceitos vos temos dado pelo Senhor Jesus. Porque esta é a vontade de Deus, a saber, a vossa santificação: que vos abstenhais da prostituição, que cada um de vós saiba possuir o seu vaso em santidade e honra, não na paixão da concupiscência, como os gentios que não conhecem a Deus; ninguém iluda ou defraude nisso a seu irmão, porque o Senhor é vingador de todas estas coisas, como também antes vo-lo dissemos e testificamos. Porque Deus não nos chamou para a imundícia, mas para a santificação. Portanto, quem rejeita isso não rejeita ao homem, mas sim a Deus, que vos dá o seu Espírito Santo. (1 Tessalonicenses 4, 1-8)

Os homossexuais queixam-se de que este tipo de argumentções anula a sua sexualidade por vida. Mas eles não têm que ser diferentes de outro tipo de aberrantes sexuais. Se aceitamos o sexo anal para os homossexuais, por que não aceitar também o sexo com animais, o incesto ou o sexo com urina e excrementos? O caso homossexual é idêntico a qualquer outra tendência desviada que pode existir nos homens. Quando uma tentação contrária à moral aparece, é necessário exercitar-se no auto-domínio:

Como a cidade derribada, que não tem muros, assim é o homem que não pode conter o seu espírito. (Provérbios 25, 28)

Quando a moral natural é abandonada, abandonamos o plano estabelecido por Deus para os homens, e então a única coisa que há no horizonte é um depravação sem limites.

O sexo oral adoece das mesmas conotações degradantes que o anal. Alguns defensores desta prática alegam que, ao contrário que a que precedente, carece de riscos para a saúde, e de uma certa maneira revela-se mais "inocente". Argumentações facilmente refutábeis: numerosas doenças venéreas encontram nesta prática a sua via de contágio máis habitual, como ocorre com a gonorreia, a SIDA, a hepatite, o herpes, etc. De fato, o herpes oral produzido por estas práticas já é uma verdadeira praga incurável que afeta a uma porcentagem enorme da população de muitos países.

Mas vamos com outras questões não estritamente médicas. O sexo oral é tão contra-natural quanto o anal. O sexo oral está fechado à reprodução, e o fato que é fisiologicamente possível praticá-lo, não significa que é moralmente aceitável.

Algumas parelhas, mesmo casadas, explicam que estas práticas são uma "expressão de amor". Não obstante não parece que submeter à parelha a umas práticas degradantes tenha algum significado amoroso. O motor autêntico de toda esta atividade contranatural é o logro do prazer sexual e a satisfação de vícios perversos. Durante estas práticas, a parelha não é respeitada como o ser amado, mas como um mero objeto de prazer. A mesma coisa seria afirmar que um homem realiza essa mesma "expressão de amor" quando fornica com uma boneca inflável. Temo que não poucos casamentos quebram porque um dos esposos tenta de impor ao outro este tipo de atividades degeneradas.

E no caso contrário, tampouco estaria justificado. O acordo de ambos esposos para praticar aberrações não justifica esta conduta em absoluto. Só indica que formam uma parelha corrupta que aceita as corrupções como diretrizes de conduta. Mas não é isto o que Deus projectou:

Honrado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; pois aos devassos e adúlteros, Deus os julgará. (Hebreus 13, 4)

Independentemente das razões médicas e fisiológicas, o que dizer das conotações sobre a dignidade humana? Revela-se moralmente admissível alterar a utilização natural da boca para transforma-la no receptáculo dum esfíncter concebido pela natureza para evacuar a urina? Sem dúvida, os defensores destas práticas não duvidarão em lançar uma resposta afirmativa. Talvez sentir a urina e sas secreções seminais nas suas bocas resulta uma experiência não excessivamente traumática. Após todo, a pornografia em aumento encarregou-se de eliminar a noção de aversão natural que implica esta prática.

Contudo os fatos são obstinados. Para o homem natural, o sexo oral é objectivamente tão degradante como poderia ser comer uma ração de excrementos.

Temo-me que muitos não possam chegar a compreender o que significam estas palavras. São mergulhados tão profundamente na degradação moral que leva implícita esta classe de sexo depravado que são incapazes de imaginar sequera qual é o estado natural do sentido da repugnáncia humana. Este é o produto da pornografia geralizada: a conversão da inmoralidade humana num negócio. Quanto mais se favorece a degeneração, a aberração e a abjecção dos instintos naturais, mais dependência será criada nos pobres consumidores de pornografia, que terão necessidade de comprar revistas, videos, CD, DVD, cinema, tv, etc... que lhes mostram práticas cada vez mais degeneradas com as quais continuar a alimentar os seus instintos cada vez mais desnaturados.

Não vos enganeis; Deus não se deixa escarnecer; pois tudo o que o homem semear, isso também ceifará. Porque quem semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas quem semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna. (Gálatas 6, 7-8)

E, naturalmente, o abjecção não demora a ser transferida do mundo pornográfico ao real. A pornografia masiva das últimas décadas chegou a furar tão profundamente na consciência humana que é já inconcebível para a maioria das pessoas que alguem possa mesmo fazer as questões que são expostas neste artigo. O sexo oral e anal foi incorporado à civilização ocidental através das publicações mais abjectas imagináveis, e revela-se actualmente surpreendente que alguem possa defender a sua erradicação alegando que são práticas degradantes, repugnantes, inmorais e antibíblicas. Alguem que expõe algo assim não demoraria em ser calificado de reaccionario, nazi e fascista... tão assimiladas são já todas estas práticas no imaginário coletivo atual.

Porém, tanto a natureza como a Bíblia são explícitas a este respeito:

assim como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se prostituído como aqueles anjos, e ido após outra carne, foram postas como exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno. (Sáo Judas Apóstolo 1, 7).

As cidades de Sodoma e Gomorra e outras adjacentes eram absolutamente corruptas. A sua característica comum era que todos os seus moradores eram corruptos e depravados, agás Ló. Os vícios de impureza estavam geralizados. Estes vícios eram tão abomináveis aos olhos de Deus que a Escritura notifica-nos que estas populações foram inteiramente exterminadas pelo fogo que baixou do céu. Os sodomitas mesmo tentarom abusar dos anjos que vieram inspecionar tão depravado lugar.

Mas antes que se deitassem, cercaram a casa os homens da cidade, isto é, os homens de Sodoma, tanto os moços como os velhos, sim, todo o povo de todos os lados; e, chamando a Ló, perguntaram-lhe: Onde estão os homens que entraram esta noite em tua casa? Traze-os cá fora a nós, para que os conheçamos. Então Ló saiu-lhes à porta, fechando-a atrás de si, e disse: Meus irmãos, rogo-vos que não procedais tão perversamente; eis aqui, tenho duas filhas que ainda não conheceram varão; eu vo-las trarei para fora, e lhes fareis como bem vos parecer: somente nada façais a estes homens, porquanto entraram debaixo da sombra do meu telhado. Eles, porém, disseram: Sai daí. Disseram mais: Esse indivíduo, como estrangeiro veio aqui habitar, e quer se arvorar em juiz! Agora te faremos mais mal a ti do que a eles. E arremessaram-se sobre o homem, isto é, sobre Ló, e aproximavam-se para arrombar a porta. (Gênesis 19, 4-9)

Aparte da historicidade destes fatos, a mensagem do escritor bíblico é a mesma que dá título a este artigo: as aberrações sexuais são uma abominação aos olhos de Deus e o prelúdio do fogo infernal.

Não deve enganar-se um a si mesmo, nem enganar aos outros. A bíblia explica-nos de forma inconfundivelmente clara que as aberrações sexuais serão punidas energicamente. Não se deixe enganar pelos pornógrafos nem pelos depravados. Estas pessoas não procuram a sua interesse, eles só desejam satisfazer uns instintos bestiais e obter dinheiro a custo da sua condenação eterna. A chuva de fogo e enxofre prolongar-se-a para o sodomitas por toda a eternidade. Não jogue com fogo!

O demônio utiliza estas tentações carnais para condenar às almas. Satã não pode alterar a livre vontade dos homens, mas é capaz de tentá-los com o pecado. Mas embora, o homem tentado conserva sempre a sua liberdade e ele é quem decide o que fazer e o que não. O apóstolo especifica-nos todo o processo:

Cada um, porém, é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência; então a concupiscência, havendo concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte. (São Tiago 1, 14-15)

A palavra do Criador é eterna e immutável, e não pode ficar antiquada em função de modas, caprichos nem negócios multimilionários.

O fato de que a maioria das pessoas aprova uma conduta objetivamente imoral não a faz moral. O argumento de que "todo o mundo fá-lo", não é uma razão que justifica comportamentos injustificáveis. Na nossa sociedade o assassinato de crianças pelo aborto é muito estendido, mas é assassinato. Este argumento é uma reedição das palavras de Goebbels, o ministro de propaganda do III Reich: "uma mentira repetida muitas vezes é verdade".

A verdade não depende da percepção privada de uma pessoa concreta, mas é uma realidade objetiva. Não seguir esta premissa elementar seria cair numa espécie de relativismo moral no qual esquecemos a Deus e cada qual transforma-se numa espécie de Deus capaz de julgar o bem e o mal. Esta é a tendência dominante actual. Contudo, a mesma realidade demonstra-nos que a natureza não é guiada pelo caos, mas guarda escrupulosamente leis básicas que, quando fizerem falência, não cessam nunca de passar factura:

porque, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe renderam graças, mas os seus pensamentos tornaram-se fúteis e os seus corações insensatos se obscureceram. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos e trocaram a glória do Deus imortal por imagens feitas segundo a semelhança do homem mortal, bem como de pássaros, quadrúpedes e répteis. Por isso Deus os entregou à impureza sexual, segundo os desejos pecaminosos dos seus corações, para a degradação dos seus corpos entre si. Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram a coisas criadas, em lugar do Criador, que é bendito para sempre. Amém. Por causa disso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras contrárias à natureza. Da mesma forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão. Além de mais, visto que desprezaram o conhecimento de Deus, ele os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem o que não deviam. Tornaram-se cheios de toda sorte de injustiça, maldade, ganância e depravação. Estão cheios de inveja, homicídio, rivalidades, engano e malícia. São bisbilhoteiros, caluniadores, inimigos de Deus, insolentes, arrogantes e presunçosos; inventam maneiras de praticar o mal; desobedecem a seus pais; são insensatos, desleais, sem amor pela família, implacáveis. Embora conheçam o justo decreto de Deus, de que as pessoas que praticam tais coisas merecem a morte, não somente continuam a praticá-las, mas também aprovam aqueles que as praticam. (Romanos 1, 21-32)

Como pode ser verificado nesta passagem, as depravações existiam já há vários milénios, e os apóstolos do Evangelho assinalavam já então contra a distorção das leis naturais. Sem embargo, a pornografia omnipresente na sociedade actual alterou a percepção das leis naturais à uma escala sem precedentes. A pornografia transformou-se numa indústria que desloca recursos económicos e de trabalho enormes. Em muitos países desenvolvidos uma de cada três publicações editadas é de conteúdo erótico. A proliferação de corpos nus altera a percepção da função sexual, desviando-a do seu enquadre familiar natural para outro mais trivial, onde a consecução do prazer é um objectivo em ele mesmo.

Qualquera pode compreender que a nudez não é o natural na humanidade. A nudez vai contra a moral natural. É certo que nascemos nus, mas as crianças carecem de instintos sexuais, e por conseguinte podem mostrar-se sem maior problema. Não se produz assim com os adultos. O instinto sexual é activado entre outros factores pela visão da nudez do outro. Se estamos nus, provocamos a estimulação dos instintos sexuais naturais, e isto não é o natural na espécie humana. O natural é que se formem famílias compostas por um homem e uma mulher, e é entre estes casados entre os quais deve acender-se o estímulo sexual através da nudez, não com terceiras pessoas.

Estas questões tão elementares são esquecidas frequentemente nestes tempos, e a consequência é mais que evidente: mais da metade dos casamentos terminam em divórcio. Numa grande medida, estes divórcios devem-se à estímulos sexuais produzidos pela nudez de pessoas estranhas ao casal. E é que o mal passa sempre a sua factura inevitável.

Alguns poderiam alegar: Se Deus cria aos homens com a sua inteligência, sexo e, consequentemente, com a sua sexualidade ou tendências: um de dois, ou estas tendências estão previstas na criação de Deus, ou são um erro técnico do infalível Grande Criador.

Clarifiquemo-lo: o sexo é concebido pela natureza para a procriação e a união matrimonial. Somos animais "racionais"... E podemo-nos saltar as leis da natureza! À mesma maneira que os homens, existem também animais que têm estas disposições pervertidas nos seus genes. Os animais vivem guiados pelos seus instintos - pervertidos ou não - aos quais devem sempre seguir. Os homens devemos superar os nossos instintos e guiar-nos pela vontade e o sentido comum que nos indica que está bem e o que não. Não é a válida, por conseguinte, a desculpa de que as aberrações sexuais também são dadas entre os animais para justificar a sua prática entre os homens.






A HISTÓRIA DAS DEPRAVAÇÕES.

Ao longo de todos os séculos, as sociedades variaram numa grande medida os seus patrões de conduta a respeito das condutas sexuais degeneradas. A época clássica considera uma proliferação massiva de qualquer tipo de prática aberrante, todo aquilo muito facilitado porque os três quartos da população eram compostos de escravos. No meio de esta escravidão geralizada não é difícil supôr uma facilidade extrema para dar rédea livre à qualquer classe vexames e degradações sobhumanas com os escravos, homens e mulheres estes que nos tempos da "avançada civilização romana" era considerados ao mesmo nível dos animais.

Neste caso, é evidente que a libertinagem sexual generalizada era a expressão externa de uma situação de domínio efectivo do proprietário escravista sobre os seus "infrahomes".

Apenas com a chegada do cristianismo começou a ser tomada em consideração a dignidade da pessoa humana como um valor essencial. Nos dez primeiros séculos da nossa era, tanto a Igreja Católica como as Igrejas orientais, ainda formalmente unificadas, estavam de acordo em condenar qualquer prática sexual atentatória contra a dignidade da pessoa. Este ponto conduziu ao patíbulo à uma grande quantidade de sodomitas, já durante a época do império romano tardio.

Hoje, esta atitude é considerada excessivamente rigorosa, mas há dois milénios a pena de morte era de aplicação geralizada, mesmo por infracções de roubo minor.

Esta situação foi mantida com certos altibaixos até o século XIX, onde se produziu um abrandamento geral na aplicação das penas de morte.

Como exemplo, num país considerado o mais avançado do mundo na sua época: a Inglaterra victoriana, o roubo de uma ovelha era um motivo suficiente para enviar um homem à forca.

A prática de sexo oral ou anal entre homem e mulher era punida com a deportação de por a vida à uma afastada colónia penitenciária no outro lado do planeta. No século XX, a partir da década do sessenta, com o advento da chamada contracultura, dos movimentos anti-sociais e as influências do ateísmo estendido por metade do mundo pelos regimes comunistas, tem aparecido já uma nova maneira de compreender o sexo. As raizes deste processo é necessário procura-las nas teorias revolucionárias marxistas que negavam a existência de Deus e deixavam à livre vontade cada qual todo o relativo à sexualidade e a família.

Este conceito, então chamado "a revolução sexual", conduziu à destruição progressiva da célula familiar tradicional, e à generalização do divórcio e o casamento civil como forma de fornicação institucionalizada.

Ao mesmo tempo, proliferarom novas formas de parelha totalmente contrárias ao que é natural na espécie humana.

O sexo foi marcado profundamente por esta vaga de ateísmo geralizado. A nova ideologia libertina encontrou na pornografia, promovida à escala massiva na década dos anos 60, uma fonte inesgotável de publicidade com a qual pervertir à geralidade da massa social. Desta maneira, transformou-se em "normal" o que até então era considerado pura "aberração" e mesmo em "degeneração" manifesta, punida com a prisão e inclusso a morte.

A sexualidade humana encontrou-se com as chamadas novas formas de "amor" que realmente são apenas maneiras de mascarar uma nova e mais profunda forma de escravidão sexual com a qual satisfazer certas tendências de prazer morbosso no domínio, a degradação e a submissão do outro.

Tendências que, graças à pornografia omniprésente, chegaram a ser implantadas em vastas capas da sociedade de todo o mundo.

Actualmente, o relaxamento generalizado de costumes que provocou a extensão do ateísmo na sociedade eliminou a maior parte das penas de prisão pelos pecados de aberração sexual no mundo ocidental, embora não assim nos países da esfera islâmica e oriental, onde a sodomia e qualquer outra forma de sexo aberrante é punida gravemente, mesmo com a morte.

Mas o facto de a lei não o punir não implica que estas práticas abomináveis sejam aceitáveis. Absolutamente não. Nada mais contrário à verdade. Para verificá-lo devemos ir aos Textos Sagrados.






O SEXO E A LEI DE DEUS.

Em numerosas passagens, a Igreja (CIC 2366; Humanae Vitae 11) e a Bíblia instruem-nos sobre a necessidade de guardar as leis naturais em matéria sexual. Não são menos eloquentes as advertências sobre as consequências terríveis que supõe quebrar as leis de Deus. No Levítico, encontram-se as advertências seguintes:

(Levítico 18, 22-23) Não te deitarás com varão, como se fosse mulher; é abominação. Nem te deitarás com animal algum, contaminando-te com ele; nem a mulher se porá perante um animal, para ajuntar-se com ele; é confusão.

(Levítico 20, 13) Se um homem se deitar com outro homem, como se fosse com mulher, ambos terão praticado abominação; certamente serão mortos; o seu sangue será sobre eles.

(Deuteronómio 22, 5) Não haverá traje de homem na mulher, e não vestirá o homem vestido de mulher, porque qualquer que faz isto é abominação ao Senhor teu Deus.

(1 Coríntios 6, 9) Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os homossexuais passivos ou ativos, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbedos, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus. E tais fostes alguns de vós; mas fostes lavados, mas fostes santificados, mas fostes justificados em nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus.

(1 São João 2, 15-17) Não ameis o mundo, nem o que há no mundo. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não vem do Pai, mas sim do mundo. Ora, o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus, permanece para sempre.

(Romanos 13, 14) Mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo; e não tenhais cuidado da carne em suas concupiscências

(1 Coríntios 6, 16-20) Ou não sabeis que o que se une à meretriz, faz-se um corpo com ela? Porque, como foi dito, os dois serão uma só carne. Mas, o que se une ao Senhor é um só espírito com ele. Fugi da prostituição. Qualquer outro pecado que o homem comete, é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo. Ou não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que habita em vós, o qual possuís da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? 20 Porque fostes comprados por preço; glorificai pois a Deus no vosso corpo.

(2 São Pedro 1, 4) Simão Pedro, servo e apóstolo de Jesus Cristo, aos que conosco alcançaram fé igualmente preciosa na justiça do nosso Deus e Salvador Jesus Cristo: Graça e paz vos sejam multiplicadas no pleno conhecimento de Deus e de Jesus nosso Senhor; visto como o seu divino poder nos tem dado tudo o que diz respeito à vida e à piedade, pelo pleno conhecimento daquele que nos chamou por sua própria glória e virtude; pelas quais ele nos tem dado as suas preciosas e grandíssimas promessas, para que por elas vos torneis participantes da natureza divina, havendo escapado da corrupção, que pela concupiscência há no mundo.

(1 Corintios 6, 9-11) Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbedos, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus. E tais fostes alguns de vós; mas fostes lavados, mas fostes santificados, mas fostes justificados em nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus.

(2 São Pedro 2, 6-18) se, reduzindo a cinza as cidades de Sodoma e Gomorra, condenou-as à destruição, havendo-as posto para exemplo aos que vivessem impiamente; e se livrou ao justo Ló, atribulado pela vida dissoluta daqueles perversos (porque este justo, habitando entre eles, por ver e ouvir, afligia todos os dias a sua alma justa com as injustas obras deles); também sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos, e reservar para o dia do juízo os injustos, que já estão sendo castigados; especialmente aqueles que, seguindo a carne, andam em imundas concupiscências, e desprezam toda autoridade. Atrevidos, arrogantes, não receiam blasfemar das dignidades, enquanto que os anjos, embora maiores em força e poder, não pronunciam contra eles juízo blasfemo diante do Senhor. Mas estes, como criaturas irracionais, por natureza feitas para serem presas e mortas, blasfemando do que não entendem, perecerão na sua corrupção, recebendo a paga da sua injustiça; pois que tais homens têm prazer em deleites à luz do dia; nódoas são eles e máculas, deleitando-se em suas dissimulações, quando se banqueteiam convosco; tendo os olhos cheios de adultério e insaciáveis no pecar; engodando as almas inconstantes, tendo um coração exercitado na ganância, filhos de maldição; os quais, deixando o caminho direito, desviaram-se, tendo seguido o caminho de Balaão, filho de Beor, que amou o prêmio da injustiça, mas que foi repreendido pela sua própria transgressão: um mudo jumento, falando com voz humana, impediu a loucura do profeta. Estes são fontes sem água, névoas levadas por uma tempestade, para os quais está reservado o negrume das trevas. Porque, falando palavras arrogantes de vaidade, nas concupiscências da carne engodam com dissoluções aqueles que mal estão escapando aos que vivem no erro;

(São Judas 1, 7-13) assim como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se prostituído como aqueles anjos, e ido após outra carne, foram postas como exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno. Contudo, semelhantemente também estes falsos mestres, sonhando, contaminam a sua carne, rejeitam toda autoridade e blasfemam das dignidades. Mas quando o arcanjo Miguel, discutindo com o Diabo, disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar contra ele juízo de maldição, mas disse: O Senhor te repreenda Estes, porém, blasfemam de tudo o que não entendem; e, naquilo que compreendem de modo natural, como os seres irracionais, mesmo nisso se corrompem. Ai deles! porque foram pelo caminho de Caim, e por amor do lucro se atiraram ao erro de Balaão, e pereceram na rebelião de Coré. Estes são os escolhidos em vossos ágapes, quando se banqueteiam convosco, pastores que se apascentam a si mesmos sem temor; são nuvens sem água, levadas pelos ventos; são árvores sem folhas nem fruto, duas vezes mortas, desarraigadas; ondas furiosas do mar, espumando as suas próprias torpezas, estrelas errantes, para as quais tem sido reservado para sempre o negrume das trevas.

(Gálatas 5, 19-21) Ora, as obras da carne são manifestas, as quais são: a prostituição, a impureza, a lascívia, a idolatria, a feitiçaria, as inimizades, as contendas, os ciúmes, as iras, as facções, as dissensões, os partidos, as invejas, as bebedices, as orgias, e coisas semelhantes a estas, contra as quais vos previno, como já antes vos preveni, que os que tais coisas praticam não herdarão o reino de Deus.

(1 Tesalonicenses 4, 3-8) Porque esta é a vontade de Deus, a saber, a vossa santificação: que vos abstenhais da prostituição, que cada um de vós saiba possuir o seu vaso em santidade e honra, não na paixão da concupiscência, como os gentios que não conhecem a Deus; ninguém iluda ou defraude nisso a seu irmão, porque o Senhor é vingador de todas estas coisas, como também antes vo-lo dissemos e testificamos. Porque Deus não nos chamou para a imundícia, mas para a santificação. Portanto, quem rejeita isso não rejeita ao homem, mas sim a Deus, que vos dá o seu Espírito Santo.

(Efésios 4, 19-24) os quais, tendo-se tornado insensíveis, entregaram-se à lascívia para cometerem com avidez toda sorte de impureza. Mas vós não aprendestes assim a Cristo. se é que o ouvistes, e nele fostes instruídos, conforme é a verdade em Jesus, a despojar-vos, quanto ao procedimento anterior, do velho homem, que se corrompe pelas concupiscências do engano; a vos renovar no espírito da vossa mente; e a vos revestir do novo homem, que segundo Deus foi criado em verdadeira justiça e santidade.

(1 Timoteo 1, 9-11) reconhecendo que a lei não é feita para o justo, mas para os transgressores e insubordinados, os irreverentes e pecadores, os ímpios e profanos, para os parricidas, matricidas e homicidas, para os devassos, os sodomitas, os roubadores de homens, os mentirosos, os perjuros, e para tudo que for contrário à sã doutrina, segundo o evangelho da glória do Deus bendito, que me foi confiado.

(Efésios 5, 3-6) Mas a prostituição, e toda sorte de impureza ou cobiça, nem sequer se nomeie entre vós, como convém a santos, nem baixeza, nem conversa tola, nem gracejos indecentes, coisas essas que não convêm; mas antes ações de graças. Porque bem sabeis isto: que nenhum devasso, ou impuro, ou avarento, o qual é idólatra, tem herança no reino de Cristo e de Deus. Ninguém vos engane com palavras vãs; porque por estas coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência.

Jesus Cristo abuliu a execução imediata do transgressor da Lei de Deus. Às vezes condenavam-no imediatamente à pena de lapidação. Cristo modificou esta maneira de punição, deixando-a unicamente ao seu Pai, o Criador, quem punirá aos transgressores da Sua Lei. Desta maneira, o que é transgressor da Lei tem a ocasião de arrepender-se e ser salvo da inevitável punição eterna aos pecadores empedernidos.

As Leis de Deus não estão sujeitas a modificações, apenas às que Jesus dignou-se a melhor adaptar. Crêem muitos que defendem as aberrações sexuais que as Leis do Divino podem ser alteradas por qualquer homem para acrescentar-lhes qualquer outro detalhe ou para "adapta-las aos novos tempos".

Não podemos adaptar como mais nos convenha as regras de Deus, é necessário segui-las no mesmo espírito que Jesus nos ensinou.






A PRIVACIDADE DA CAMA MATRIMONIAL

Nossa Senhora revelou-nos nas aparições de Fátima que "mais almas vão a Inferno por causa de pecados da carne que por qualquer outra razão". Se lembramos a situação social dessa época de princípios do século 20 e a relacionamos com a presente, imediatamente percebemos que a situação piorou drasticamente. A sociedade contemporânea de Fátima era muito mais conservadora que a presente, e mesmo então, a maioria dos homens e mulheres que foram condenados foi por causa dos vícios sexuais. Então, o que podemos dizer de nossa sociedade presente? Simplesmente que vivemos em Sodoma e Gomorra. Os pecados da carne são tão geralizados que já nem pecados nenhuns são considerados. Mesmo entre alguns clérigos católicos é fácil de percebê-lo: Peccata Minuta muitos dizem. Não obstante, são estes "pecadinhos" os que arrastam ao inferno à maioria das almas que são condenadas.

Pela Bíblia, as aparições de Maria, Jesus e os santos, e pelos exorcismos, nós sabemos que existem ao nosso redor uma grande quantidade de espíritos. Alguns, os anjos, inspiram-nos a verdade. Outros, os demônios, tentam desviar-nos em direção ao erro.

Quando a verdade religiosa não nos agrada, ouvimos as idéias inspiradas pelos demônios. A virtude custa esforço, enquanto o vício é um clivo muito inclinado que nos arrasta rapidamente.

Os pecados carnais são perfeitos para o trabalho destrutivo dos demônios para duas razões. A primeira é que este vício espalha-se com facilidade. Basta com um leve estímulo externo pela pornografia, a memória, olhares indiscretos, pensamentos pecaminosos, etc. Muito mais difícil é o processo inverso. Aliás, funciona como uma droga. Tanto maior é o grau de degeneração, tanto maior será a necessidade de experimentar com aberrações mais brutais para manter o mesmo grau de estimulação.

Os psiquiatras que tomam conta dos prisioneiros condenados por crimes sexuais sabem-no bem. Todo soe começar com uma primeira fase de vício pornográfico. E este vício não demora em transferir-se da imaginação ao mundo real. Quando a esposa refuga fazer estas depravações, procuram prostitutas. E quando já nem estas aceitam umas práticas crescentemente mais aberrantes, eles saem da legalidade: violações, pedofilia, assassinatos, etc.

A progressão contínua em direção às aberrações mais extremas é indispensável para manter o estímulo sexual. Da mesma forma que um toxicómano necessita cada vez mais droga para obter o mesmo nível de excitação. A estatística confirma que uma porcentagem considerável de violadores e mesmo de assassinos em série começou as suas aventuras deste jeito.

A segunda ração é que existe o fenômeno da modéstia. Falar destas questões é socialmente repreensível. Há a noção de privacidade, e muitos pensam que a cama conjugal é uma questão exclusiva da parelha casada e ninguém mais. Não obstante, estas pessoas esquecem algo muito importante, como o papa João Paulo II dixo: o matrimonio é uma questão de três: o marido, a mulher e Deus.

Embora muitos preferem não acreditá-lo, Deus é onisciente, e como corresponde à Sua natureza, nada Lhe queda escondido a Ele. Deus é sempre presente, e é testemunha ocular de tudo o que acontece. Deus não pode fechar os Seus olhos e olhar para outro lado, porque isto é contrário à Sua natureza onisciente. Penetra tudo, a todos, em toda parte, em todo o universo.

Portanto, aqueles que argumentam que no leito conjugal tudo é aceitável, não obedecem os mandatos de Deus, mas do demônio. É aos demônios com quem mais concorda esta atitude. Sabendo que as depravações sexuais são pecados mortais, Satã e os seus demônios são muito interessados em promove-las e ao mesmo tempo que permaneçam tão escondidas como seja possível. Se as aberrações sexuais que acontecem nas camas conjugais foram proclamadas em público, a vergonha ao desprezo público e ao ridículo causaria uma redução no ardor amoroso da parelha aberrante. Não interessa, portanto, publicar os pecados carnais para permitir que estes continuem indefinidamente, cada vez mais profundamente enraizados, até que sejam já impossíveis de desarraigar.

Não obstante, um cristão verdadeiro sabe que depois que morte vem o julgamento e que:

Portanto, não os temais; porque nada há encoberto que não haja de ser descoberto, nem oculto que não haja de ser conhecido. O que vos digo às escuras, dizei-o às claras; e o que escutais ao ouvido, dos eirados pregai-o. (São Mateus 10, 26-27)

No Julgamento Final todos os nossos pecados serão publicados ao universo inteiro. Então saberemos que Deus estivo presente em cada um deles. (Eclesiástico 42, 18-21) Estas palavras são irrefutáveis. Tudo que você faz hoje secretamente, amanhã será exposto ao público frente a toda a criação; para a sua vergonha, e júbilo dos demônios que o incitarom a fazer desta maneira, e aos que você escutou e obedeceu fielmente.

Isso é o seu objetivo: que os homens e mulheres corrompam os seus corpos com todo tipo de depravações e porcaria e assim ficam em situação de pecado mortal. E desta maneira, os corpos dos depravados deixam de ser templos do Espírito Santo.

Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus. (Romanos 8, 14)

Uma vez marcha o Espírito de Deus por causa do pecado, a alma pertence aos demônios. Porque o que não está em estado de graça, já pertence a inferno.

São Pedro notifica-nos que a carne é inimiga do espírito:

Amados, exorto-vos, como a peregrinos e forasteiros, que vos abstenhais das concupiscências da carne, as quais combatem contra a alma; (1 São Pedro 2, 11)

E São Paulo convida-nos:

a despojar-vos, quanto ao procedimento anterior, do velho homem, que se corrompe pelas concupiscências do engano; a vos renovar no espírito da vossa mente; e a vos revestir do novo homem, que segundo Deus foi criado em verdadeira justiça e santidade. (Efésios 4, 22-24)

Portanto, que ninguém seja enganado. Quando alguém se justifica em que: "isto são coisas privadas" ele não obedece as palavras do Messias, mas o Anticristo. Os pecados da carne são tão sérios que Jesus fala-nos sobre o castigo especial que receberão os sodomitas:

Como também da mesma forma aconteceu nos dias de Ló: comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam; mas no dia em que Ló saiu de Sodoma choveu do céu fogo e enxofre, e os destruiu a todos; (São Lucas 17, 28-29)





A TERRÍVEL PUNIÇÃO DOS DEPRAVADOS.

O inferno é uma necessidade da Justiça divina. Lendo a Bíblia chega-se facilmente à uma conclusão evidente: Deus é justo. É estritamente justo. É tão justo como pode se-lo uma equação matemática. De certa maneira, a natureza de Deus tem algo que ver com os números, a precisão, a exactidão mais precisa e mais radical. Poderia-se dizer que Deus conforma-se à uma justiça matemática.

Pois bem, da mesma maneira que o justo espera uma vida ETERNA, num lugar cheio de DELÍCIAS, em PROPORÇÃO aos seus méritos na vida terrestre, em justiça, os que não superam uns mínimos níveis de bondade devem precisamente esperar o que é oposto: uma vida ETERNA, num lugar infestado de TORTURAS, em PROPORÇÃO ao mal causado durante as suas vidas e as advertências recebidas sobre a necessidade de cambiar para a bondade.

Jesus mesmo afirmou-no em uma certa ocasião:

E todo o que tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou filhos, ou terras, por amor do meu nome, receberá cem vezes tanto, e herdará a vida eterna. (São Mateus 19, 29).

E isto deve-se interpretar literalmente, tanto para os que são bons como para os pecadores. Deus dará cem vezes mais ao que respeitou as Suas justas leis, e cem vezes mais ao qual não as respeitou, cada qual de acordo com as suas obras.

Para fazer uma semelhança, poderíamos imaginar que é um investimento num banco à prazo fixo. Quantas mais bondades acumulamos no banco, mais grandes serão as bondades que receberemos no dia do julgamento à conta destas boas obras. E na mesma proporção receberemos o pagamento pelas maldades. Quanto mais mal acumulamos no banco, mais maldade receberemos centuplicada quando chegar o dia do julgamento. Isto deve ser assim, porque é justo, e Deus é justo.

Mas devemos ter conta que Deus não nos envia ao inferno; somos nós quem livremente o escolhemos.

Deus deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da Verdade. (1 Timóteo 2, 4)

Deus vê com pena que nós o rejeitamos a Ele por médio do pecado; mas fez-nos livres e não quer privar-nos da liberdade que é a consequência da inteligência que Ele nos deu. Jesus Cristo ensinou-nos claramente a grande misericórdia de Deus. Mas também diz-nos que o inferno é eterno. Cristo afirmou a existência de uma pena eterna, entre outras vezes, quando falou do julgamento final:

"E estes irão para o castigo eterno, mas os justos para a vida eterna".(São Mateus 25, 46)

Embora Deus seja misericordioso, é também justo. Diz a Sagrada Escritura " tão grande como foi a Minha misericórdia, será também a Minha justiça " (Eclesiástico, 16, 12). E a Sua misericórdia não pode opôr-se à Sua justiça. Como é misericordioso, perdoa sempre a quem se arrependeu do seu pecado; mas como é justo, não pode perdoar a quem não se arrependeu. A justiça exige reparar a ordem violada. Por conseguinte, o que livre e voluntariamente pecou e morreu sem estar arrependido do seu pecado, merece uma punição. E esta punição deve durar enquanto não se reparar o pecado pelo arrependimento; porque as faltas morais não podem ser reparadas sem estar arrependido. Seria uma monstrosidade perdoar a quem não quer arrepender-se. Deus não pode perdoar ao pecador sem que este se arrependa de antemão. Ora, como o falecimento põe termo à vida, arrepender-se é já impossível, porque após o falecimento não haverá já possibilidade de arrepender-se.

A alma é eterna e imutável. No estado no qual se produz o falecimento, assim será mantida a alma para toda a eternidade. A falta do pecador que morreu sem estar arrependido permanece não-reparada para sempre, por conseguinte deve sempre durar também a punição.

*

Muitos opor-se-ão a crer em isto, e, em todo caso, importa-lhes muito pouco infringir a vontade de Deus, mas isto não é mais que o produto de ignorância do que o inferno significa. Deus representa todo o que é bom para o homem. E a ausência de Deus implica a perda de qualquer bondade. Como para muitos pode ser difícil compreendê-lo, porei um pequeno exemplo do que significa a perda de todo bem.

Imaginemos que alguns depravados amadores deste tipo de práticas sexuais degeneradas chegaram ao seu último minuto e nem mesmo na frente da morte rectificaram dos seus sinistros pecados para solicitar o perdão divino. Após o preceitivo julgamento, as suas almas são definitivamente separadas das Bondades divinas e condenados a residir num estreito esgoto. A partir de este momento já nada bom poderá passar-lhes. A Fonte de todo bem foi secada para eles, e podem apenas dispôr deste estreito quarto cloacal para o resto da eternidade.

Se alguem não estiver nunca em um destes lugares pestilenciais, convido-lhe a visitar algum de modo que possa fazer-se uma ideia do que será a eternidade dos nossos condenados.

Todos os sentidos serão privados de qualquer estimulante positivo. A obscuridade absoluta, o odor nauseabundo a excrementos apodrecidos, a tortura contínua dos ratos, dos tabãos, e os mosquitos que perfuram cada centímetro dos seus corpos, os contínuos gritos de ódio e raiva dos seus companheiros de prisão, e, sobretudo, o desespero mais absoluto e mais total. Isto último é sem dúvida o mais terrível: a falta de esperança de algo melhor para nunca jamais.

Quando o nosso depravado condenado rejeitou o perdão de Deus, ele mesmo privou-se de todo o que Aquele podia oferecer-lhe. Podemos simplesmente imaginar que isto significa?

Pensemos um momento em um destes raptos que os jornais informam às vezes. Em alguns casos os sequestrados vivem durante muitos meses numa peça de dois metros quadrados, sem luz, mal alimentados, sem case poder estirar o corpo para dormir... e isto durante intermináveis noites sem fim.

Imaginemos agora que é só um dia de "vida" no esgoto dos nossos libertinos condenados. E um ano? Poderiamos pelo menos chegar a imaginar os pensamentos que bulirian na cabeça dos nossos condenados após um ano de obscuridade, fedor, de ratos, de insultos, blasfémias e, sobretudo, do desespero mais absoluto e definitivo? E dez anos. Imaginemos dez anos nesta " vida ". Em que clase de monstros odiadores e blasfemadores teriam-se já transformado os nossos condenados amadores de estas depravações sexuais vomitives que dão título a este documento. Práticas que seguiriam ainda presentes na sua memória, porque a alma não se altera nunca, mas que não poderão nunca ejecutar no seu hediondo esgoto-prisão.

Por um lado, tremeriam os dentes sempre que recordassem que terminarom num lugar tão miserável por deixar-se levar pelas suas répugnantes inclinações contra-natura, e ao mesmo tempo maldiceriam continuamente a sua sorte, sentindo o impulso furioso de efectuar os seus instintos mais abjectos e não poder fazê-lo.

E isto durante anos, décadas, séculos e milénios. Podemos pelo menos imaginar que pensa um sequestrado durante o seu primeiro mês de cautiverio? E se souber que nunca mais poderia sair da estreita, escura e hedionda peça de dois metros quadrados?

Conheci pessoas que sofrem ataques de pânico simplesmente de estarem ums minutos fechados num elevador. Poderíamos pelo menos chegar a fazer-nos uma pequena ideia da amplitude de este pânico de saber que não poderíamos NUNCA abandonar este escuro elevador. Que NUNCA se abririam de novo as suas portas para deixar-nos sair ao mundo externo. Alguém pode imaginar que significam as palavras NUNCA JAMAIS?

Toda a eternidade num esgoto pestilento... por consagrar a vida a umas depravações que têm mais relação com os excrementos pestilentos que com o sexo.

Adivinho que muitos não estão convencidos ainda. Recusam aceitar a realidade do inferno que acabo de descrever para não dever renunciar aos seus instintos mais baixos e mais desenfreados. Estão autoconvencidos de que todo isto é mais apenas que mentiras ridículas inventadas a fim de discriminar aos que não pensam como a maioria; que o natural não existe, que todo são convencionalismos culturais, sociais, ideológicos, etc.

Cada quem é muito livre de pensar o que quixer. Pode ignorar as realidades mais evidentes da natureza e mesmo da fisiologia humana; mas a realidade não cessará de estar lá. E lá não cessarão de estar tampouco as consequências nefastas de transgredir as leis naturais.

Uma outra vez a Escritura avisa-nos da realidade do inferno. Jesus Cristo fala no Evangelho quinze vezes do inferno, e catorze vezes diz que no inferno há fogo. E no Novo Testamento diz-se vinte e três vezes que há fogo.

Poderia-se dificilmente dar uma advertência mais séria. O inferno é uma realidade que espera aos pecadores, da mesma maneira que a prisão espera aos criminosos. Não é possível descrever nem lonjanamente a amplitude das penalidades na eternidade do inferno.

A realidade excede à imaginação humana. Não se trata de alarmar ninguém, simplesmente avisamos de que todo o que tem sido dito previamente não é nem uma sombra do que significa realmente a perda do Bem divino -a perda absoluta e definitiva de Todo Bem. No inferno real, não nesta metáfora descrita previamente, cada momento é um momento consagrado ao mal proprio e o mal dos outros. Os cinco sentidos apenas são habilitados para perceber o mal.

Os olhos concebidos para admirar a beleza indescriptível do Criador poderão apenas encontrar negrume, trevas eternas e visões espantosas.

O corpo concebido para ser unificado em um abraço de amor infinito e definitivo com Deus e o prójimo, será apenas uma carga constante e odiosa consumida desde dentro e por fóra pelas brasas ardentes do ódio e o desespero mais absolutos.

Os ouvidos nunca serão deleitados com as suaves melodias celestiais inspiradas pelo Espírito Santo, bem pelo contrário, blasfémias, insultos, gritos, gemidos, urros de terror e raiva e desespero total perfuram constantemente as tempas de aqueles que construíram o seu próprio Deus sobre a sua degeneração pessoal e a degradação do prójimo.

O sentido da olfacção nunca poderá ser recreada nesse aroma intenso à rosas que destilam os que morrem em olor a santidade. Para os que escolheram a via da repugnáncia e a degeneração contra-natura, repugnancia e degeneração pútrida habitará para sempre nas suas pituitárias olfactivas. Toda a podredume produzida pela humanidade mais vil conflui no abismo na forma de gigantesco sumidoiro cloacal.

O paladar nunca saboreará os doces frutos que nascem no Edén para a delícia infinita dos abençoados. Apenas o enxofre calcinado do lago de fogo enxaguará as línguas maldizentes dos que se mantiveram até o fim na adoração dos seus sinistros defeitos.

Nem um átomo de amor encontrará nunca no abismo.

Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor é de Deus; e todo o que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor. (1 São João 4, 7-8)

O amor verdadeiro é livre e não pode ser imposto. Aqueles que rejeitaram livremente ao Amor, poderão apenas dispôr já do desamor mais perfeito.

Contrariamente ao que muitos pensam, não se trata de uma eleição entre Deus ou o diabo. O demónio não representa nem um átomo em relação à Infinidade divina. A eleição está entre aceitar à Deus ou rejeitá-Lo. Deus ou Não-Deus. Dois caminhos e só uma decisão. As duas faces da moeda. A eleição é simples: ou Deus, ou a ausência de Deus, o Amor mais perfeito ou a ausência total de amor. O Bem mais absoluto, ou a ausência absoluta de qualquer bondade.

E a eleição deve ser verificada durante a vida. Da mesma maneira que um exame tem duração limitada, também a nossa decisão tem um limite temporário. Quando chegar a hora e o exame termina, não há já possibilidade de rectificar. Entregamos o exame e esperamos a calificação, e a partir de então já não é possível sentar de novo frente do papel para rectificar o escrito. O tempo é limitado, e cada acto na vida representa uma resposta às perguntas do exame. Cada acto que contradiz a Vontade expressa do Criador é um ponto negativo na calificação final, por isso é necessário ser vigilante de modo que o fim do exame não nos tome por surpresa:

Fiquem atentos! Vigiem! Vocês não sabem quando virá esse tempo. (São Marcos 13, 33)

Rectos são os caminhos do Senhor (Atos 13, 10) e diáfanas as Suas instruções para aprovar o exame. A natureza das coisas indica-nos qual é a Sua vontade. O Criador do universo publica as Suas leis e mandatos na Sua criação. Os que torcem as Suas leis para adapta-las aos seus mais baixos instintos são tão culpáveis como um criminoso que viola as leis humanas para obter os seus próprios fins.

As leis divinas são a expressão da Justiça perfeita de Deus. O que viola estas leis e não se arrepende é culpável no julgamento divino. Deus é misericordioso, mas não transgride a nossa liberdade. O que renuncia livremente à Misericórdia divina mantendo-se nos seus defeitos contra-natura, e recusando aceitar o perdão que Deus oferece à qualquer que se arrependeu sinceramente, conhecerá o terror da ausência total de Deus durante toda a eternidade.




CONCLUSÃO:

Para terminar, resta apenas resumir o que foi dito. As leis de Deus são escritas na natureza das coisas. Quando estas leis são violadas, é de justiça que se produza uma compensação proporcional aos prejuízos causados. Qualquer ofensa contra uma Entidade infinita como Deus merece uma punição infinita. Deus, no entanto, oferece-nos a Sua também infinita misericórdia, se queremos aceita-la.

A estes leitores que ainda não têm transgredido os Seus mandatos, incentivo-os a seguir pelo mesmo caminho com perseveráncia e paciência.

Estes outros que um dia decidiram que os seus instintos pervertidos estavam acima as leis divinas, incito-os a solicitar o perdão divino e cambiar definitivamente a direcção das suas obras e as suas vidas. Deus perdoa ao que se arrependeu. É por isso que diz:

O tempo está cumprido, e é chegado o reino de Deus. Arrependei-vos, e crede no evangelho. (São Marcos 1, 15)

E já sabemos que arrepender-se é dar meia volta, é cambiar de direcção, pois no Ceo:

não entrará nela coisa alguma impura, nem o que pratica abominação ou mentira; mas somente os que estão inscritos no livro da vida do Cordeiro. (Apocalipse 21, 27)

O inferno existe, não porque Deus o queira, que não o quer; mas porque o homem livre pode optar contra Deus. Não é necessário uma acção explícita. Pode-se implicitamente recusar à Deus, com as obras da vida. Se negamos a possibilidade do homem de pecar, suprimimos a liberdade humana. Se o homem não é livre para dizer NÃO à Deus, também não o seria para dizer-lhe SIM. a possibilidade de optar por Deus inclui a possibilidade de rejeitá-Lo.

A estes pecadores empedernidos que recusam solicitar o perdão divino, posso apenas fazer-lhes esta pergunta: merecem realmente uns instintos pervertidos pela inmoralidade, passar toda a eternidade - repito, TODA A ETERNIDADE - num esgoto ardente e pestilento, maldizendo a sua obstinação no vergonhoso pecado que os conduziu a um lugar tão sinistro?

Neste artigo podemos apenas mostrar o caminho, mas a decisão deve toma-la o interessado, porque as terríveis consequências do pecado, também ele suporta-las-á em toda a amplitude infinita da eternidade. Para terminar, devemos recordar que o inferno é o mal absoluto. Os outros todos são relativos em comparação, por que antes ou após, terminarão, ou porque são resolvidos, ou com o falecimento.

É o pecado o que devemos temer acima todo, porque o pecado é o que deu nascimento ao inferno. O inferno é o mal absoluto, porque supõe o fim de todo bem e o início de todas as maldades que não cessarão NUNCA JAMAIS.

Naqueles dias os homens procurarão a morte, mas não a encontrarão; desejarão morrer, mas a morte fugirá deles. (Apocalipse 9, 6)

O inferno é um inframundo de maldade, horror, obscuridade, pestilência, dor, ódio e raiva selvagem contra todo e contra todos. E não terminará nunca. Para evita-lo devemos fujir do pecado custe o que custar. Estas palavras de Jesus não deixam o mais menor desvio de dúvida a este respeito:

(São Marcos 9, 43-48) Se a sua mão o fizer tropeçar, corte-a. 'E melhor entrar na vida mutilado do que, tendo as duas mãos, ir para o inferno, onde o fogo nunca se apaga. E se o seu pé o fizer tropeçar, corte-o. 'E melhor entrar na vida aleijado do que, tendo os dois pés, ser lançado no inferno. E se o seu olho o fizer tropeçar, arranque-o. 'E melhor entrar no Reino de Deus com um só olho do que, tendo os dois olhos, ser lançado no inferno, onde ó seu verme não morre, e o fogo não se apaga'.











AS ABERRAÇÕES SEXUAIS NO MATRIMÓNIO


Mensagem recebida por Luz Amparo Cuevas, no día 1 de Setembro de 2.001, primeiro sábado do mês, em Prado Novo do Escorial (Madrid) ESPANHA.

Nossa Senhora: Minha filha, aqui estou, uma vez mais, para recordar aos homens a observância da Lei de Deus. Embora os homens afirmem que para se salvarem não precisam de observar a Lei de Deus, está escrito no Evangelho: "Quem se salvará? Aquele que cumprir os Mandamentos de Deus". Quem cumpre os Mandamentos, Minha filha? Como são poucos os que cumprem os Mandamentos! Se Me manifesto uma e outra vez, é porque quero que os homens cumpram os Mandamentos da Lei de Deus. Os homens elaboraram uns 'mandamentos' segundo a sua vontade, Minha filha. Por isso, serão muitos aqueles que Deus não reconhecerá quando se apresentarem diante d'Ele, Minha filha. Que motivos têm os homens para se queixarem por Eu Me manifestar tantas vezes, se não deixam de ofender a Deus e não cumprem a Lei de Deus?



Jesus: Meus filhos, cumpri os Mandamentos, aproximai-vos dos sacramentos e não sejais tão ingratos. Nestes tempos, o único "mandamento" que resplandece é o que foi criado pelo homem, ou seja: a paixão e o prazer. Os homens deformaram todos os sacramentos, até o sacramento do Matrimónio.

Eu podia ter criado anjos e querubins, mas quis que o homem nascesse do homem, por amor. Foi por isso que Eu dei a liberdade ao homem e fiz dele um ser racional; e dei aos animais a frigidez, não lhes concedendo uma inteligência racional como ao homem. O homem foi criado para procriar, mas o que é que ele fez deste sacramento? Aberrações, prazeres e paixões que destruíram o amor, porque o homem está degenerado e o amor desapareceu dando lugar à paixão e ao prazer. Por isso o homem tem de prestar contas a Deus pelos pecados de adultério, de prazer e de paixão. O homem tornou-se louco, Minha filha, e não pensa em nada mais do que no sexo; não orienta, com o amor, esse sacramento para a Lei de Deus. Deus, com efeito, está presente nesse momento tão belo em que o homem ama com todo o seu coração, mas com a graça que vem por meio do sacramento. Hoje, o homem é como um animal, mas racional. Eu criei os animais com a frigidez que lhes é própria, Minha filha, mas ao homem dei-lhe liberdade para chegar a Deus pelo amor e para dar glória a Deus por meio de um matrimónio repleto de amor, de pureza e de beleza.

Ah, criaturas infelizes que não fazeis outra coisa senão cometer pecado atrás de pecado e que levais em triunfo o pecado da carne! Não vedes, Meus filhos, que o mundo ultrapassou todos os limites e está degenerado? O homem não respeita a dignidade de que Deus o revestiu, tornando-se um animal selvagem, sem dar qualquer importância ao pecado, arrastando assim o mundo para a situação em que está, Minha filha. Meus filhos, só vos peço que guardeis a Lei de Deus, de procriar com amor, o amor que brota do lado aberto de Cristo e que, pela graça do sacramento, penetra nos vossos corações.

Ah, criaturas, a que extremo chegastes, com a paixão e o prazer! Tudo isso é consequência da falta de amor que reina entre os homens, que tudo converteram em paixão e prazer, procurando apenas a satisfação dos seus instintos e dos seus prazeres. É o que Eu venho recordar, Meus filhos, mas o homem não quer ouvir. Quantos se apresentam perante a Divina Majestade de Deus e têm de ouvir estas palavras: "Eu não te conheço, porque não cumpriste as Minhas Leis"! Cumpri os Mandamentos, amai a Igreja e bebei das suas fontes, Meus filhos, mas que essas fontes elevem o vosso espírito à Divina Majestade de Deus; não vos agarreis aos prazeres do mundo. Desprendei-vos do mundo, Meus filhos, e amai os vossos irmãos. Não há amor entre os homens, nem mesmo nos próprios casais, Minha filha, pois tudo foi convertido em sexo e paixão. Repito-vos, Meus filhos, que Eu quis que o homem nascesse do amor, porque se não quisesse que fosse assim, Eu teria criado anjos, querubins e serafins. Respeitai este mandamento.

Vinde a este lugar, Meus filhos, pois aprendereis aqui a amar a Igreja e o Santo Padre, porque o que é dito neste lugar vos conduz ao templo e vos incita a mudar de vida, Meus filhos. É essa a doutrina que vos é ensinada aqui. Quantos - que estavam condenados, pois levavam uma vida que seguia pelo caminho do pecado e da destruição - se salvaram porque vieram aqui, receberam a graça e mudaram de vida confessando as suas faltas e, agora, estão aqui, Minha filha! Olha o grande número de todos os que acorriam a este lugar.



Luz Amparo: Oh, como são numerosos, Senhor, oh!



Jesus: Este grande número é formado por almas que receberam graças muito especiais e morreram com os sacramentos e em estado de graça, e aqui estão, Minha filha.



Luz Amparo: Oh, meu Deus! Como Deus é grande! Como são numerosos, Senhor, oh, oh!



Jesus: Tal é a grandeza de Deus que derrama graças para salvar as almas. Uns calcam-nas aos pés e rejeitam-nas, mas olha onde estão aqueles que as receberam e cultivaram! Muitos outros, ainda, Minha filha, mudaram totalmente de vida para se entregarem a Deus.

Como custa ao homem deixar o mundo e entregar-se ao pobre e necessitado! Meus filhos, ajudai os pobres, os necessitados; mudai de vida e amai muito os Nossos Corações, os Corações de Jesus e de Maria.



Nossa Senhora: Todos os que vierdes a este lugar, Meus filhos, recebereis graças muito especiais.

Levantai todos os objectos; todos serão abençoados com bênçãos especiais para os pobres pecadores.

Abençoo-vos, Meus filhos, como o Pai vos abençoa, por meio do Filho e com o Espírito Santo.




Mensagem recebida por Luz Amparo Cuevas, no día 2 de Fever.de 2.002,

primeiro sábado do mês, em Prado Novo do Escorial (Madrid) ESPANHA.

Por isso, peço aos homens: aproximai-vos dos sacramentos, Meus filhos, não abandoneis a oração, deixai o mundo e as vaidades do mundo e segui por um caminho recto e seguro. Hoje o mundo sofre de uma crise de fé, a fé que os homens perderam por acharem que tudo está bem. O homem perdeu a moral, e o mundo está impregnado de uma tal imoralidade, que acha que nada é pecado e que exalta o que é da carne. Repito-te, Minha filha, os homens querem mudar as leis, não se aceitando cada qual como é, no caminho da santidade, mas seguindo o caminho da imoralidade e adulterando os seus corpos: homens com homens e mulheres com mulheres. Mas até onde chegareis criaturas, que não respeitais a Lei de Deus? Deus criou o homem e a mulher para procriarem e não para o gozo, os prazeres e as paixões. O homem esqueceu-se disto. Repito-te, Minha filha, a Terra parece Sodoma e Gomorra. Até quando terá Deus de Se envergonhar dos homens! Orai, Meus filhos, orai para não cairdes em tentação.

Vinde a este lugar, Meus filhos, onde Eu venho apenas ensinar-vos a cumprir o Evangelho tal como foi escrito e não acrescenteis leis cada qual a seu bel-prazer. Orai, sacrificai-vos, Meus filhos, aproximai-vos dos Sacramentos da Confissão e da Eucaristia, para fortalecerdes as vossas almas, pois os homens estão numa enorme tibieza por se terem afastado de Deus e, por causa disso, o demónio está a apoderar-se cada vez mais das almas, sem que aqueles que têm por missão conduzi-las se apercebam da situação do mundo: estais cegos porque a vossa soberba não vos deixa ver nem aceitar que Deus Se manifesta nos humildes para confundir os soberbos e os que se crêem grandes e poderosos. Pedi por eles, Meus filhos.





Distorção do sexo

O senhor disse-o não terá deuses falsos [ Éxodo 20, 3 ]. O dinheiro, o poder e o sexo estão entre os muitos deuses adorados de todas as gentes.

O sexo no reino animal é feito somente com a finalidade da continuação da espécie. Não tem nenhum significado fora da reprodução. Os seres humanos na outra banda, fizeram do sexo uma das suas paixões, capaz de destruir não somente o corpo, a mente e a alma mas também o resultado de que engendra a vida.

O sexo entre um homem e uma mulher foi pervertido especialmente pela proliferação da pornografia na TV e en todo tipo de média. Uma parelha casada deve manter seu ato natural muito confidencial, sem deixar que todas as idéias externas participem na sua intimidade. Cada coisa deve ser feita na presença de Deus desde que Deus aprovou sua união. Se retornarem aos meios externos, se procurarem prazeres extra, estão partindo da finalidade casta da união e devem orar para que tudo o mal parta deles.

Castidade na união é também uma maneira muito saudável de planear o número das crianças que terão, a abstinencia deve ser praticada quando seja necessária de modo que com a gracia adicionada de Deus não tenham que lamentar fazer parte em um aborto.

Muitas parelhas começam casados somente por causa da atração física sentem para se, e negligenciam outras áreas importantes de suas vidas antes que se comprometam a uma união que não possa durar por muito tempo.

Após vinte ou mais anos de união, a maioria da beleza física que os atraiu será ida e eles são deixados somente com o "amor verdadeiro" esse que eles sentem para se, mais o amor obrigatório de sua família. Isto é porque a finalidade da união é ocuparse das crianças de modo que se transformem na sustentação dos pais quando começam velhos. Deus planeou tudo assim bom e nós apreciaremos a vida ao cheio somente se nós aceitamos a Cristo em todos os aspectos de nossa vida.

O intercambio sexual, da maneira pretendida por Deus é limitada ao marido e à esposa somente. O sexo de parte externa da união, é um pecado.

O sexo aberrante é anti-natural e pecaminoso, eles desafian os mandamentos de Deus, um dos copos da ira de Deus mencionado no Apocalipse tem que ver con ele. Existe uma punição para estas aberrações sexuais, Deus nos recorda que Sodoma e Gomorra [ Genese 19, 28 ] foram destruídas principalmente por causa deste tipo de pecado. O intercambio sexual com animais é também uma outra perversão do sexo [ Levítico 18, 22-23 ]

A união das parelhas do mesmo sexo entra en contradição com a lei de Deus. Este é pecado muito terrível. As aberrações; sã uma ameaça grande às famílias genuínas, alguma de estas parelhas contra-naturais recebe a aprovaçã da sociedade em muitos países, recebe mesmo benefícios de bem-estar, este abominação é uma distorção do plano de Deus e nós devemos orar para que o Espírito Santo toque nos corações destas vítimas do pecado.

O ensino católico mantem que os aberrantes sexuais ativos estão vivendo "no pecado mortal." A alma de um indivíduo que morra sem confessão e absolta de um pecado mortal fica condenado ao inferno , a Igreja ensina.

Durante a vida, qualquer que cometeu um sin mortal e não foi absolto del é barrado de receber o comuniao. Recebendo a comunião quando viver no pecado mortal for próprio um pecado mortal adicional.

As doutrinas da Igreja são baseadas em sua opinião que os atos sexuais são permissíveis somente entre esposos do sexo oposto e que aqueles atos devem estar abertos à possibilidade de gravidez. O controle de nascimentos por métodos non-naturais, o sexo oral e o masturbação são também pecados mortais.

Hai décadas, concordando com a explosão da pornografia na prensa, na TV, em vídeo e agora na Internet, ocorreu uma degeneração repentina das practicas sexuais. A gente vão do progresista e liberais pela vida, incluindo líderes de diversos partidos políticos, afirmaram que todas estas practicas depravadas, que antes que unicamente estiveram praticadas por uma parcela pequena da sociedade privilegiada, supuseram um progresso positivo e desejável. Nada afastou-se mais da realidade. Como muitas pessoas tendem a identificar a amabilidade com o permisividade, falar-hei de forma explícita. A grande pergunta é: supõe realmente um avanço para a humanidade o sexo aberrante? Tem algo bom para as relações humanas o sexo oral, anal, o bestialismo, coprofagia ou qualquer outro das infinitas modalidades que tanto proliferam neste momento? Realmente isto é um progresso, ou não são mais que um avanço, um mais, na degradação moral, pessoal e física das parelhas?

E, como acontece case sempre, a mulher carga geralmente da parte mais má. É bastante com abrir algumas destas publicações assim "progressistas" para verificar como "avanza" a liberação feminina no terreo sexual. O termo de "mulher livertada", que tanto significou nos sesenta, não é agora mais que um patético sinónimo da prostituição mais repugnante. Embora algo da razão não falta ao termo. Estas mulheres livraram-se do calquera escrupulo moral e giraram os seus corpos em uma espécie dos coadores que o mesmo deitan com um jovem armado com um mastodontico membro que com un velho enrugado necessitado de toda classe de manipulações previas para alcançar uma ereção mínima. E os matrimonios? Realmente estão melhor as mulheres casadas do que as prostitutas antes mencionadas? Pensemos por um momento que é obtido de toda esta classe do sexo. É realmente pracer, ou ese homem busca com as depravações sexuais alcançar um sentimento de superioridade, obtido com a degradação infinita que estas práticas supõem? Alguém poderia discutir que a mulher aprecía também sua própria degradação. A mulher poderia sentirse "realizada" com estas práticas degradantes que a situariam explicitamente no lugar que lhe corresponderia como o sócia do homem: sempre inferior, fazendo genuflexão ou em posições ainda máis "liveradoras". O máis surpreendente é que essas que teriam que levantar a voz comtra tudo este proliferação de escravura sexual, as feminista, não abrem a boca. Em minha opinião, o feminismo actual não faz mais que para mascarar um anti-homem latente, mas ainda desta posição, há algo de repugnante no submissão que a mulher supõe com respeito ao homem por meio destas práticas em extremo degradantes e não menos repugnantes. Mas calam, talvez porque suas próprias práticas de parelha não adíam demasiado daqueles. Em toda parelha, geralmente há uma parte dominante... Consta-me que à maioria das mulheres istas prácticas resultam-lhes repuldivas. Mas, pelo medo a ser chamadas reaccionarias ou "submisas", as máis consentem em fazer tripas do coração e não duvidaram em lamber até as feces do seu amado para a mais grande glória da "livertação feminina". Contra todo o exposto, eu confio simplesmente na Escritura. Existe uma forma natural de exercer o sexo. A vontade divina é expressada através do natural, e o que vai contra-natura é uma ofensa muito séria a este princípio. A dignidade humana é um valor fundamental, e este valor desaparece quando o proprio corpo não é respeitado.




O AMOR VERDADEIRO IMPLICA DIGNIDADE

E a dignidade implica o respeito ao companheiro. Respeito pela sua liberdade, por sua vida, por seu corpo e por sua alma. É impossível afirmar que nós amamos realmente alguém se a continuação o degradamos com infinidade de atos opostos à dignidade humana a mais elementar. Para um cristão a finalidade do sexo está na união conjugal e na reprodução. O sexo compreendido como a expresão física do amor. Isto implica que em nenhum caso a dignidade da outra parte pode ser esquecida. É simplesmente contradictorio afirmar o amor verdadeiro pela parelha se em seguida nós pusermos sob ele toda a classe dos humilhações com a finalidade de satisfer ums instintos sexuais que são naturais ao homem, e que, conseqüentemente, o também tem uma forma natural de exercer-se. Isto faz que nos perguntemos sobre as aberrações como o sexo oral, o sexo anal, a sodomização, o bestialismo ou zoofilia -sexo com animais-, e mesmo a coprofagia -comer excrementos-, elas todas muito atuais a causa da omnipresente pornografia.

É normal ouvir aos depravados que estas práticas são um ato do "amor"; que são "naturais"; que têm uma fundamentação genetica ou ambiental dos quais não são responsáveis. Mas é evidente que o amor não admite a degradação entre suas premisões. Nós sentimos amor por nossa parelha; mas também por nossos pais, irmãos, crianças, por nossos amigos, por nosso cão e por um trabalho de arte. São amores legitimos que ninguém discute. Mas fazer destes assuntos de amor instrumentos de sexo entra no campo da coisa aberrante. Com o sexo desviado acontece o mesmo. O amor por um amigo não pode servir como desculpa aos transgressores de uma lei natural óbvia. O argumento da genetica ou do ambientalismo não serve tampouco como desculpa para as aberrações. Se nossos genes impelem-nos a coisas pecaminosas, nossa vontade deve oponherse a ela. Se aceitássemos que os genes comandam na vontade, a seguir nós não teríamos mais remédio que aceitar os assasinatos cometidos por criminosos compulsivos; os roubos dos cleptomanos; o canibalismo congenito dos antropofagos... A excussa de que as aberrações sáo tendências naturais não é mais válido que a de que uma mae asassine a suas crianças porque padece esse terrível sindrome morbifico. Na conclusão: o amor verdadeiro implica o respeito pela dignidade do companheiro.

Esse amor puro e infinito que Deus representa em seu máximo grau deve nos guiar na altura de fazer nossas decisões. Mas ese mesmo amor implica também respeito à liberdade e à dignidade do companheiro. Deus respeita-nos essa liberdade de eleição; embora a Bíblia fala claramente que a liberdade mal usada conduz a esse abismo escuro e ardente onde não existe o amor. Por isto é necessário recordar o conceito da essência do mal. O mal é, simplesmente, o alonjamento de Deus. Existe uma ordem natural das coisas em que a vontade de Deus fica manifesta. O natural é à caminhada de pé, não a quatro pés, é à caminhada levantada, não dobrada, é procurar uma parelha de um outro genero, não do mesmo. Esta é a vontade divina, a outra é uma ofensa a Deus. A simples menção destas aberrações de que falamos é grotesca. Os aberrantes usam como um instrumento do sexo um esfincter anal destinado pela natureza para evacuar excrementos. O sexo oral não é menos excrementario, e as outras aberrações ainda mais repugnantes ilustram-nos sobre o detestável de tudas estas manifestações. Esta é a lógica que segue todo este tema. Se nós aceitarmos que o que vai contra-natura é permissível, nós devemos considerar normal que um dia jantando na tabela nos venhan server um bo lote de excrementos humanos, depositados apenas, ulorosos, quentes e, arranjados especificamente a nosso gosto... Bom jantar senhores...

Mas ademais destas motivações, existem outras em um aspecto muito mais físico. Um relatório diz: "o anus não foi projetado de modo que um pene o penetre. A vagina sim foi bem projetada para aquela funçao. As relações anais, poderiam produzir-lhe desvantagens e grandes vergonhas. Porque? Porque a penetração constante de um pene no anus faz que este perda sua função natural da retenção do excremento. O anus é um musculo cuja função é reter a matéria e os gáses fecais do intestino grosso e pode ser danificada com usor inadequado. Se o pene que lhe introduz fosse de dimensões extraordinárias, mais rápido poderiam danificá-lo. Por essa razão o cheiro de alguns aberrantes sexuais: geralmente o excrement e os gáses sae-lhes involuntariamente e podem danificalo socialmente. ANUS danificado não tem reparaçao.". Cuide de sua aparência pessoal. Não cheire a excrementos e obedeça as leis divinas sobre o sexo dentro do matrimonio, as quais foram publicadas para protegê-lo e faze-lo feliz.






SIDA, A VIDA PENDENTE DE UM CONDOM

Esta mensagem vai dirigida o tudos aqueles que pensam de que o divino, a moral e mesmo as leis médicas podem ser esquecidos, e dedicam seu tempo a transgredir o sexto mandamento. O sida mata, mata lenta, dolorosa e agonicamente. O sida é, em sua parte mais grande, um produto direto do pecado. É transmitido pela via sexual, sanguinea e pela filial. Fornicaçao, a promiscuidade sexual, a prostituição e a adição da droga são sua maneira principal da transmissão. Uma porcentagem pequena é por transmissão mae-filho e por transfusão contaminada. De acordo com a FAO, a organização da ONU para a medicina e a saúde, não existe tratamento para a doença. O condom não assegura a immunização tampouco: sua eficácia é aproximadamente 95-97%. Pode parecer uma eficácia total, mas esta é uma ilusao. Com um 97% da eficácia, o preservativo implicaria que uma parelha estaria infectada após trinta relações sexuais. E todo isto sem contar com a ruptura do latex, com defeitos da manufatura, de seu mal uso e de outras vias de infecção por feridas, por mucosidades, etc.. Conseqüentemente, que ninguém se engane. O condom, além de favorecer desordes sexuais, NÃO ELIMINA O RISCO. Até o momento a única prática segura ao 100% é a abstinencia sexual e a fidelidade conjugal - os mesmos que a Igreja proclama. Recorde, O MAL SEMPRE IMPLICA PUNIÇÃO.





AS LEIS DIVINAS

As leis divinas tem-nas em torno de você: são aquelas que governam a natureza. É chamada a moral natural, e é comum a todas as religiões sérias. No natural é percebida a vontade de Deus, e o que vai contra-natura, como o assunto que nos ocupa, vai também contra a vontade de Aquele que ditou a moral natural. E, como você sabe bem, todo infracção da lei, conleva uma punição. No exemplo dos delinquentes, a punição é cadeia; no exemplo dos transgressores da lei natural, as punições são diversas, entre eles as doenças e a morte. Diante dos polícias ou um juiz é possivel mentir e escapar; mas Deus sabe os segredos mais intimos de nossa consciencia, conseqüentemente, o escape é impossível, e a punição chega sempre. Mas, se você preferir continuar sendo iludido com sen sentidos progressistas, continue, mas prepare-se para pagar as conseqüências.






MONSTROSIDADES

Porque aquilo que eles fazem em oculto, até mencionar é vergonhoso

Efésios 5, 12


Monstrosidades no nível do sexo são possíveis, apenas como em todo o outro nível. É uma monstruosidade um assassinato, uma violação, uma tortura ou um sodomizaçao. A única diferença neste último caso é que a lei, no mundo ocidental, não penalize esta prática, não assim em outros muitos países da esfera islamica e asiatica. Mas sua legalidade não implica sua non-monstrosidade. O fato que os aberrantes sexuais o vêem natural é assim que depravado quanto para a um assassino pode ser sua indiferença antes de um novo assassinato. Um torturador tortura tranquilo, com a consciencia fria, sem razão para se preocupar, e não por essa razão a tortura deixa de ser uma monstrosidade. Um genocida conduz à câmara do gás milhares de judeus mentres macica tabaco e pensa en comer um sanduíche da carne macia, e não para essa razão o genocidio deixa de ser uma monstrosidade. Os aberrantes sexuais practican o sexo oral com a mesma naturalidade de quem joga ao tênis, e não por essa razão deixa de ser uma monstrosidade. A monstrosidade não está na naturalidade com um comete estes atos, mas apenas no fato.

No fundo todo é uma questão da percepção distorcida da realidade. A toda pessoa que faz estas monstrosidades, eu não duvidaria em convidá-los a un jantar suculento. Da primeira placa eu poria uma ração boa de excrementos frescos, abundantemente orvalhados com cabelos sangrentos de um cadaver, e coroaria a placa com um fetus que vem de ser abortado, um fetus quente imóvel que prestasse atenção diretamente ao homen que come. E tudo elo molhado com um caldo de carne apodrecida de um sifilitico polvilhado por restos de corpos humanos. Todo isto, a maioria da gente lhe pareceria absolutamente repulsivo, contra-natura, mas eu sou certo que não estou confundido se eu afirmar que entre os leitores ha alguém ao qual a história deste jantar o excitou. Agora eu pergunto. É este jantar monstroso aceitável porque alguém é excitado com ele? Onde deixamos o conceito do natural e da coisa depravada neste caso? Se nós aceitarmos as monstrosidades dos aberrantes sexuais, por que não aceitar também aos comedores de excrementos, aos fornicadores de galinhas e aos violadores de cadaveres? Sim, estas pessoa procuram também seu prazer pessoal, mas alguém pode duvidar que não são uma outra coisa que monstros?






CASAMENTOS CIVIS



O fornicação - todo sexo practicado fora do matrimonio- é um pecado importante que conleva a condemnação ad perpetuam. Isto, evidentemente, ocorre no exemplo dos solteiros, mas também nos casados exclusivamente de acordo com a lei. Eu li dentro um jornal que o presidente de México casasse de acordo com o civil, levantando as críticas e censuras do clero mexicano. Este presidente foi casado de acordo com o rito catolico -o único com o valor do sacramento e conseqüentemente o único matrimonio verdadeiro que existe aos olhos de Deus- e após sua separação, tentou obter a invalidade do casal, e ele foi-lhe negado finalmente. Ignorando sua condição como uma pessoa casada, decidiu-se esquecer-se do sacramento do matrmonio casado e casou com uma segunda mulher desculpando-se em que uns papéis assinados por um juiz autorizara o "novo matrimonio". E, como este cavalheiro, assim muitos milhão de parelhas em qualquer lugar no mundo...

Eu devo recordar que o vinculo religioso da união dura até a morte de um dos esposos ou da realização da nulidade. A união civil é um papel molhado sem nenhum valor para Deus, e toda a relação deste tipo entra na seção dos pecdos mortais. Eu devo recordar, entretanto, que a Igreja autoriza a união civil "para proteger interesses legitimaos", como podem ser aqueles econômicos ou proteger as crianças; mas os esposos devem comportarse de forma estritamente casta, sem consumar o seu inexistente "matrimonio". Alguns podem discutir que "toda a autoridade vem de Deus". Se a união civil sancionada por uma autoridade é válida ante da sociedade tambem o é ante Deus. Mas isto não é correto. Toda a autoridade não vem de Deus. Se nós aceitássemos isto, chegariamos a conclusão de que Adolf Hitler, Stalin, Pol Pot e outros genocidas seria legitimizada para cometer seus crimes. A autoridade deve ser respeitada quando é respeitável. E não pode ser respeitável quando não respeita os direitos humanos. E entre estos direitos humanos existe um essencial: a liberdade religiosa. Se um governo respeitar estes princípios seria digno de seguir, mas ao mesmo tempo, ao respeitar nossa liberdade religiosa, nós podemos negar a legitimidade às decisões desse governo que não concordam com o que nos dita nossa consciencia. E nossa consciencia diz-nos que tudo o que vai contra Deus (como o assunto que nos ocupa) é inaceitável. Embora muitos não acreditarão isto, a liberdade religiosa é a mais fundamental dos direitos humanos. Fundamental porque é, no fato, o direito à liberdade do pensamento, à liberdade da expressão, e à liberdade da associação, unido todo em uma mesma linha central: a religião. A declaração de direitos humanos é recente, nem dois centos anos há de tal evento. Mas antes deste tempo, já a Igreja era a protagonista principal na defesa da dignidade dos povos. Talvez era algo exagerada em determinados pontos, mas é seguro que a intenção era sempre boa: para assegurar o salvação eterna ao número mais grande possível de almas. Um homem teria que saber apreciar estas intenções.




O MUNDO ATUAL: UM VORDEL GIGANTESCO

Entristece comprobar até que ponto éa certa a asseveração do título. Mas é bastante com paseiar pelas cidade, e mesmo qualquera pequena vila, para verificar que em todas partes um dos negócios mais prósperos, quando não único, é o vordel. E o caso é que medram como um praga. Nas cidades grandes, pelas noites, é possivel percorrermos distâncias enormes sem sair dos vordeis ao ar livre. Os parques que pelo dia são usados para a recreação das crianças, viram en fornicarios assim que o sol cae. E isto repete-se uma noite e outra, durante anos inteiros, todas as vezes com intensidade mais grande a segunda atividade, e menor a primeira. Alguém poderia pensar de que as cidades pequenas permanecem ainda puras da sujeira similar. Mas nao. Os habitantes rurais accedem, pela televisão, imprensa e, agora, o Internet, a todos os "serviços sexuais" que antes era impossível encontrar fora das cidades. E é que o "progresso" não tem beiras. Mas, não é justo uma extensão geográfica. Outras duas questões existem que foram modificadas também: intensidade e qualidade. É evidente que se a idade dos casais atrasou até os trinta anos, a necessidade nao. Os homens solteiros recorrem a este sistema para aliviar os instintos que antes canalizabam na união matrimonial. E as mulheres, são também vítimas. As uniões são atrasadas, e aqueles que ocorrem duram pouco. De acordo com as estatisticas, em Europa ocidental a metade das uniões terminam em divórcio. E uma das saídas mais recurrentes das mulheres divorciadas, com ou sem descendentes, é, certamente, a prostituição. E desta forma terminamos o círculo. Fornicação conduz à ruptura matrimonial, e esta, à prostituição, com o qual temos mais fornicação e mais divórcios, sendo gerado um círculo vicioso que parece cercar toda a sociedade atual.

Mas os excessos não terminam aqui. Neste momento existe uma degeneração das mesmas práticas sexuais. A pornografia geralizada estendeu na sociedade umas praticas sexuais contra-natura que há somente umas décadas estabam circunscritas a certo nível rico da sociedade e aos degerados sexuais que sempre existirom em todo país e tempo. Mas neste momento, a pornografia masiva converteu aberrantes em algo "normal". Em toda sociedade estas prácticas estão consideradas como repugnantes e so proprias de obssesos sexuais. Mas o "progresso" girou estas aberrações em algo sem importância, e mesmo "progressista". Mas, felizmente, não todos se deixam atrapar neste "progresso" mal compreendido mal. Estes práticos são causas de numerosas rupturas matrimoniais ao recusar algum dos esposos perder sua dignidade sob o pretexto para fazer "um suposto ato de amor". E, outra vez, os beneficiários de toda esta depravação são os vordeis, que se expandem e prosperam porque de uma maenira non conhecida desde a época dos romanos. Esta é a realidade crua: o mundo transformou-se em uma nova Sodoma e Gomorra. Os vordeis prosperam por todas partes gracias ao relativismo moral.

É perdido o conceito da justiça universal, e o conhecimento do bom e de mal é relativizado. Nesta sociedade, o bem não mais é o que expresam as Escrituras como o resultado da justiça. O "bom" para a sociedade atual é o que é bom para uma pessoa particular, e son absolutamente esquecidas as conseqüências que podem ter estas ações em seus arredores. É "um bem egoista", que so procura o prazer, esquecendo-se completamente das conseqüências desastrosas intrìnsecas das ações perversas. Um exemplo diafano é o da pandemia que padece o mundo atual. Como so importa o prazer, que importância tem as infecções que podem produzir as fornicações, que importam os trinta milhões de mortos por sida. Que importam os cinqüênta milhões de infectados que esperam por uma morte inevitável?

Mas não somente nos vordeis ocorrem estes abominações. As aberrações estendem-se como uma praga, ajudado, e promovido mesmo, pela ideologia hedonista dominante onde a busca "das novas sensações" é mais importante que o respeito à dignidade do companheiro, o respeito à lei natural, o respeito à lei divine. É simplesmente abraiante a "naturalidade" com que estas pessoas falam de suas práticas "contra-natura".

E a dizer sobre os matrimonios? Continuam sendo a proteção da moral, ou transformaram-se também em uma "associação de interesses carnais" carne interessam" em qual se usa ao outro como instrumento de prazer até que tanto quanto o instrumento quanto o prazer esteja esgotado e o divórcio se tornasse inevitável? E, junto com o divórcio, vão também suas conseqüências desastrosas para as crianças. Nos países do norte de Europa, as estatisticas dizem que a maioria dos novos já eles são nascidos fora da união matrimonial. Mas este é um "mal menor". O que importa é continuar alimentando o egoismo, à margem de toda outra consideração moral. A humanidade está em um estado de degradação similar àquele que apresentabam os habitantes de Sodoma e de Gomorra antes da queima no fogo purificador. A historia é uma sucessão de fatos repetidos uma e outra vez em escalas diferentes. Eu pergunto-me se o destino trágico das duas cidades de Canaan não fazerão máis que se repetir em uma escala mais grande, esta vez incluindo a todo o planeta Terra.





CONSEQUÊNCIAS OBJECTIVAS DA LIBERTINAGEM SEXUAL






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